Existe uma maneira mais fácil de acompanhar os resultados das suas campanhas. Veja como.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Open AdStream - Boas Práticas
Boas práticas de nomeclatura e exclusão de campanhas no Open AdStream.
Abaixo o quadro com sugestões de Id's:
Abaixo o quadro com sugestões de Id's:
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Brasil e o WCIT
Entrevista publicado hoje no Link
‘Contra a neutralidade, não assino’, diz ministro.
Ao ‘Link’, o ministro Paulo Bernardo diz que falta de consenso dificulta posicionamentos do Brasil na WCIT
SÃO PAULO – Um grupo de brasileiros composto majoritariamente por membros do governo, congressistas e empresários e, em menor número, acadêmicos e de organizações civis embarcou neste sábado rumo a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Eles representarão o Brasil no WCIT, a conferência de telecomunicações da União Internacional das Telecomunicações, órgão pertencente à ONU. Nas próximas semanas, decisões importantes poderão ser tomadas lá, afetando a vida de muitos usuários de internet.
Entre os possíveis tópicos em pauta, estão neutralidade de rede, governança da internet, privacidade, vigilância, controle e segurança. O ministro das Comunicações e chefe da delegação brasileira nesta primeira semana, Paulo Bernardo, falou ao Link (veja abaixo) sobre a importância do evento para o mercado de telecoms e para o Brasil, já que as conclusões tiradas na WCIT podem ser usadas como argumento para alterar regras no Brasil, presentes, por exemplo, no texto do Marco Civil da Internet, que ainda não foi votado na Câmara.
E sobre o Icann?Não temos porposta sobre o Icann. Achamos ele excessivamente americano. É um controle norte-americano da internet. Poderia ter um caráter mais multilateral. Eu acho muito difícil que os EUA abram mão de algo sobre o qual eles têm um controle quase total. A rede da internet começou lá, por isso o Icann acabou virando o governante da internet no mundo inteiro. Isso é um problema em momentos como este, que temos que lidar com questões conflituantes. Acho também que os países deveriam ter assento lá. Não dá para ter um organismo totalmente americano e os países simplesmente obedecerem. Mas também não vamos levar proposta para que a governante seja a UIT. Mas, no minimo, o Icann deveria ser mais aberto.
O Google é crítico da WCIT. O que acha da ideia das teles de cobrar o Google por uso de banda?Não dá para achar que o Google é o guardião da liberdade no planeta e que estando do lado dele nós estamos certos. O Google é uma empresa e sendo assim ela defende seus próprios interesses. Acho pouco provável que se consiga taxar o Google, mas com certeza é uma questão relevante. Temos empresas que ganham muito sem produzir conteúdo. Aqui no Brasil, a Associação de Jornais se desvinculou do Google News por isso, o que mostra que há uma insatisfação. Vai ser difícil achar um modelo eficaz para essa cobrança.
Como o Brasil vai votar na WCIT?Todo dia pela manhã, vamos ter reunião da delegação. Se houver posições consensuais ou majoritárias, votamos a favor; se não, não.
A WCIT pode modificar o texto do Marco Civil?Não acho que seja determinante para o Marco Civil. Se tiver decisão sobre neutralidade, vai influenciar aqui [no Brasil], mas não quer dizer que vai determinar. Acredito que a votação [do Marco Civil], inclusive, deve acontecer no fim de ano ainda. Após a WCIT, a disputa de ideias que existe no Congresso hoje vai continuar, e eu acho absolutamente normal. Mas a qualidade do texto vai ser definida aqui. O mais provável é que o Congresso não chegue a um acordo e a gente tenha que votar o projeto depois.
O Brasil deve assinar o documento final da conferência?Acho que a tendência é os países procurarem uma posição mínima para a criação de um documento genérico para assinar. Isso porque ninguém vai assinar um documento se for contrário aos interesses do país. Se o documento final for contra a neutralidade, por exemplo, eu não assino, assim como tantos outros países não assinariam.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
WebAlliance Premium Vídeo
Você conhece o formato de vídeo na rede WebAlliance?
Não é apenas um formato da nossa rede. O WebAlliance Premium Vídeo é uma maneira diferente de servir vídeos publicitários na Web. Qual é o grande diferencial? O mesmo filme que rodou na TV será usado para a web, nós convertemos o vídeo para uma extensão com menos de 50Kb!
O formato é o tradicional arroba que pode ser expansível também. O vídeo é linkado a outros vídeos de conteúdo premium e de interesse do target da campanha, assim, a marca terá mais relevância.
Esse formato é veiculado em nossa rede Weballiance e nossa equipe de Otimização garante melhores resultados.
Ficou interessado? Envie um email para contato@realmedia.com.br!
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Projeto de lei estabelece novas regras de tributação para publicidade
Artigo publicado no Propmark.
"A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou na
última terça-feira (30) um projeto de lei que visa estabelecer novas regras
relacionadas à incidência de impostos sobre a inserção de publicidade na
internet e em outdoors e, assim, reforçar o caixa dos municípios. Elaborado
pelo deputado Antonio Carlos Mendes Thame, do PSDB de São Paulo, o projeto
chegou ao Senado em abril deste ano e foi aprovado na Comissão de Constituição,
Justiça e Cidadania. Agora, após passar pela CAE, segue para exame em regime de
urgência no Plenário.
A proposta inclui na lista de serviços sujeitos à cobrança
do ISS (Imposto sobre Serviços) a inserção de textos, desenhos e outros
materiais de publicidade em qualquer meio, exceto livros, jornais, periódicos,
rádio e televisão. Segundo o parecer do CAE, uma lacuna jurídica abria brecha
para o não recolhimento do tributo. No lugar, previa o pagamento de ICMS
(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) aos estados por agências
de publicidade que utilizam esses meios de comunicação. A troca havia sido
proibida pelo Supremo Tribunal Federal.
Para o senador Eduardo Braga, do PMDB do Amazonas, o projeto
pode ajudar as prefeituras com aumento da arrecadação. "Isso é um avanço.
Quem administrou prefeituras sabe o quanto isso é importante para o
reordenamento tributário e para a reorganização financeira de municípios de
porte médio", declarou. Para Mendes Thame, o projeto vai ao encontro dos
interesses dos municípios porque trata a locação de espaço como serviço de publicidade,
corrigindo a interpretação que a coloca como serviço de comunicação, não
tributável. O relator, senador Lindbergh Faria, do PT do Rio de Janeiro,
destacou que há pressão dos municípios pela aprovação da medida.
Além da aprovação do requerimento de urgência, os senadores
fecharam um acordo para evitar que o texto fosse alterado e, assim, retornasse
à Câmara. De acordo com o pacto, o texto será aprovado na íntegra pela Câmara e
a presidente Dilma Rousseff vetará apenas um de seus trechos. O artigo a ser
vetado propõe que, na apuração da base de cálculo do imposto, sejam excluídos
os valores referentes à locação do espaço publicitário utilizados na
veiculação, o que poderia reduzir a arrecadação das prefeituras. Os senadores
não estimaram quanto a medida poderá render aos cofres das prefeituras."
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