Artigo publicado hoje no Propmark.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
WebAlliance Premium Vídeo
Você conhece o formato de vídeo na rede WebAlliance?
Não é apenas um formato da nossa rede. O WebAlliance Premium Vídeo é uma maneira diferente de servir vídeos publicitários na Web. Qual é o grande diferencial? O mesmo filme que rodou na TV será usado para a web, nós convertemos o vídeo para uma extensão com menos de 50Kb!
O formato é o tradicional arroba que pode ser expansível também. O vídeo é linkado a outros vídeos de conteúdo premium e de interesse do target da campanha, assim, a marca terá mais relevância.
Esse formato é veiculado em nossa rede Weballiance e nossa equipe de Otimização garante melhores resultados.
Ficou interessado? Envie um email para contato@realmedia.com.br!
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O formato é o tradicional arroba que pode ser expansível também. O vídeo é linkado a outros vídeos de conteúdo premium e de interesse do target da campanha, assim, a marca terá mais relevância.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Projeto de lei estabelece novas regras de tributação para publicidade
Artigo publicado no Propmark.
"A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou na
última terça-feira (30) um projeto de lei que visa estabelecer novas regras
relacionadas à incidência de impostos sobre a inserção de publicidade na
internet e em outdoors e, assim, reforçar o caixa dos municípios. Elaborado
pelo deputado Antonio Carlos Mendes Thame, do PSDB de São Paulo, o projeto
chegou ao Senado em abril deste ano e foi aprovado na Comissão de Constituição,
Justiça e Cidadania. Agora, após passar pela CAE, segue para exame em regime de
urgência no Plenário.
A proposta inclui na lista de serviços sujeitos à cobrança
do ISS (Imposto sobre Serviços) a inserção de textos, desenhos e outros
materiais de publicidade em qualquer meio, exceto livros, jornais, periódicos,
rádio e televisão. Segundo o parecer do CAE, uma lacuna jurídica abria brecha
para o não recolhimento do tributo. No lugar, previa o pagamento de ICMS
(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) aos estados por agências
de publicidade que utilizam esses meios de comunicação. A troca havia sido
proibida pelo Supremo Tribunal Federal.
Para o senador Eduardo Braga, do PMDB do Amazonas, o projeto
pode ajudar as prefeituras com aumento da arrecadação. "Isso é um avanço.
Quem administrou prefeituras sabe o quanto isso é importante para o
reordenamento tributário e para a reorganização financeira de municípios de
porte médio", declarou. Para Mendes Thame, o projeto vai ao encontro dos
interesses dos municípios porque trata a locação de espaço como serviço de publicidade,
corrigindo a interpretação que a coloca como serviço de comunicação, não
tributável. O relator, senador Lindbergh Faria, do PT do Rio de Janeiro,
destacou que há pressão dos municípios pela aprovação da medida.
Além da aprovação do requerimento de urgência, os senadores
fecharam um acordo para evitar que o texto fosse alterado e, assim, retornasse
à Câmara. De acordo com o pacto, o texto será aprovado na íntegra pela Câmara e
a presidente Dilma Rousseff vetará apenas um de seus trechos. O artigo a ser
vetado propõe que, na apuração da base de cálculo do imposto, sejam excluídos
os valores referentes à locação do espaço publicitário utilizados na
veiculação, o que poderia reduzir a arrecadação das prefeituras. Os senadores
não estimaram quanto a medida poderá render aos cofres das prefeituras."
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Posts pagos
Artigo publicado ontem no Meio&Mensagem.
"Blogs vêm se tornando tão importantes na lista de favoritos dos internautas quanto os próprios sites de notícias. Além de ter caído no gosto do público, muitos blogueiros se tornaram “modelos para ser seguidos”, principalmente no segmento de tendência, moda e beleza feminina. Por chamar tanta atenção, também são questionados. Em setembro passado, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) advertiu três blogueiras e a marca de cosméticos Sephora sobre supostos posts pagos. Apesar de todas as partes negarem a prática, o Conar fez diversas recomendações para blogueiros e anunciantes. Entre as quais, deixar explícito quando um post for de conteúdo publicitário, ou seja, com o pagamento por determinada marca.
O leitor mostrou que não aprova posts pagos que estejam disfarçados, por assim dizer. Na época, aproximadamente 50 consumidores recorreram ao Conar para acusar os blogs pela publicação de conteúdo sem identificação do caráter publicitário. Algumas leitoras disseram, inclusive, que se sentem enganadas pelo autor dos textos. É uma polêmica que pesa contra a imagem dos blogs e os respectivos curadores, no momento em que, dos 80 milhões de brasileiros conectados na web por mês, 60 milhões acessam e consomem produtos veiculados em blogs, segundo o Ibope.
Com base nos últimos acontecimentos, a multinacional de tecnologia Inter.net aproveitou para desenvolver uma ferramenta chamada The Experts. Trata-se de rede formada, inicialmente, por 17 blogueiros de diferentes áreas. A empresa, presente em 13 países, enxergou em meio à confusão uma forma de profissionalizar o “fazer blogs”. “O blog é mais uma ferramenta de mídia e deve ser tratado como tal. Para produzir conteúdo demanda tempo, pesquisa, às vezes dinheiro. É um trabalho pelo qual as pessoas merecem ser remuneradas”, defende Alessandra Zanetti, presidente da companhia no Brasil.
Há para os anunciantes a chance de encontrar nos blogs o público-alvo de determinado produto, já que eles são sempre muito segmentados. Com a criação da rede The Experts, a Inter.net se propõe a fazer a comercialização de espaços publicitários entre agências, anunciantes e blogueiros. “Para trabalhar com grandes marcas é preciso fornecer nota fiscal, métricas, número de acessos, taxa remissão do leitor para o e-commerce da marca, além de ter uma política clara de preços”, comenta Alessandra. A ideia é profissionalizar os blogueiros no País, dando suporte tanto aos autores quanto às empresas dispostas a anunciar nesses espaços.
Por isso, a companhia prestará consultoria aos blogueiros sobre layout e navegabilidade. Para anunciantes e agências, fará a intermediação entre as partes. O que envolve desde a escolha do blog que atende melhor ao perfil da marca até a estratégia de comunicação utilizada. “Os posts pagos, ou os chamados publiposts, são apenas uma forma. Vamos produzir desde os banners convencionais até vídeos e ações de engajamento em redes sociais”, complementa.
De acordo com Alessandra, a expectativa é de que o mercado de blog seja completamente diferente em seis meses. “Assim como foi o movimento do e-commerce. Foi tudo muito rápido, e o Brasil tem grande potencial para fazer os blogs crescerem”, conta. Para ela, a expansão da mídia social faz que as pessoas prefiram seguir as referências de pessoas com assuntos e gostos semelhantes em vez de seguir dicas de jornais, portais ou revistas. “Quando alguém do seu círculo sugere tal produto é mais confiável do que um jornal”, exemplifica. “Daí a responsabilidade do blogueiro em ser claro ao dizer quando um post é pago.”"
OpenAdStream - Como priorizar sua campanha sem erro
Veja como é fácil utilizar as prioridades de entrega de banner no Open AdStream.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
ANJ e Google News
Notícia Publicada no Propmark.
A ANJ (Associação Nacional de Jornais) se posicionou nesta segunda-feira (22) sobre discussões levantadas durante o seminário promovido pela SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa, com sigla em espanhol) na última semana, em São Paulo, envolvendo a ausência das publicações brasileiras no Google News — divisão do Google dedicada a notícias e que reúne conteúdo de diversos títulos ao redor do mundo.
Na ocasião, representantes de veículos internacionais demonstraram estranhamento sobre o fato, inédito em outros mercados. Para esclarecer as razões que fazem os jornais brasileiros não aceitarem tal parceria com o Google, a entidade divulgou um comunicado com explicações sobre o caso.
A carta ressalta que “ao longo dos últimos anos, a ANJ tem discutido diversos temas relativos à proteção dos conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais. De fato, jornais são responsáveis por cerca de metade dos conteúdos novos, e estes são muitas vezes reproduzidos na internet, sem remuneração e sem a autorização dos produtores desses conteúdos qualificados”.
O documento destaca também as tentativas anteriores de entrar em um consenso sobre um modelo positivo para todas as partes envolvidas e, na falta dele, “muitos jornais e outros sites, a partir de decisões individuais, decidiram excluir seus conteúdos do Google News”. A ANJ afirma, porém, que “permanece, como sempre, interessada em debater com o Google e outras empresas de internet soluções que possam valorizar os conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais.
Leia abaixo, na íntegra, o posicionamento da ANJ sobre a questão:
“Durante a recente Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP na sigla em espanhol), realizada em São Paulo, vários painéis discutiram a questão dos modelos de negócios dos jornais no mundo digital. Um dos pontos mencionados nos debates foi a decisão inédita tomada por jornais brasileiros, em 2011, de não mais autorizar a utilização de seus conteúdos pelo Google News.
A despeito de ser decisão já em curso, alguns veículos internacionais deram relevo ao assunto, por seu ineditismo, razão pela qual decidimos reiterar alguns esclarecimentos:
- Ao longo dos últimos anos a ANJ tem discutido diversos temas relativos à proteção dos conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais. De fato, jornais são responsáveis por cerca de metade dos conteúdos novos, e estes são muitas vezes reproduzidos na internet, sem remuneração e a sem autorização dos produtores desses conteúdos qualificados.
- A ANJ buscou a interlocução com diversas empresas globais de internet, com o intuito de discutir soluções de parceria que possibilitassem a rentabilização do uso dos conteúdos pelas vias digitais.
- Nesta fase, representantes da ANJ e do Google no Brasil tiveram várias reuniões, e o resultado foi o “Projeto 1 linha”, pelo qual as notícias dos jornais apresentadas em buscas feitas pelo Google News teriam apenas 1 linha, ao invés das 4 ou 5 normalmente exibidas . A premissa foi de que as chances de os internautas acessarem diretamente os conteúdos dos sites dos jornais aumentariam com essa medida. O projeto foi divulgado aos associados da ANJ e a outros veículos de mídia pelo Comitê de Estratégias Digitais da ANJ, em conjunto com representantes do Google.
- Infelizmente, o projeto não foi avante em decorrência de um problema técnico: ao contrário do que havia garantido o Google, a redução no número de linhas exibidas afetou radicalmente o ranqueamento dos resultados exibidos nas buscas.
- Em consequência, o Comitê de Estratégias Digitais promoveu discussões sobre a possibilidade de saída dos jornais do Google News, uma vez que tal ferramenta não contribuía de forma significativa nem para a audiência dos sites dos jornais, nem para a rentabilização da audiência. Muitos jornais e outros sites, a partir de decisões individuais, decidiram excluir seus conteúdos do Google News. Sem contar com os conteúdos de maior qualidade e credibilidade no País, os resultados de buscas no Google News são hoje bastante deficientes.
- A ANJ permanece, como sempre, interessada em debater com o Google e outras empresas de internet soluções que possam valorizar os conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais.
- A ANJ reúne 154 jornais brasileiros, responsáveis por cerca de 90% da circulação diária no país. A ANJ e seus associados, coincidindo com os princípios enunciados pela “Declaração de Hamburgo” (Documento de 2009 no qual jornais de todo o mundo defenderam a necessidade de que os direitos autorais sejam respeitados também em plataformas digitais), entendem que os conteúdos jornalísticos resultam de investimentos e de atividade profissional especializada e que sua utilização por buscadores e agregadores de notícias deve respeitar integralmente os direitos autorais de quem os produziu.
Brasília, 22 de outubro de 2012
Associação Nacional de Jornais”
A ANJ (Associação Nacional de Jornais) se posicionou nesta segunda-feira (22) sobre discussões levantadas durante o seminário promovido pela SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa, com sigla em espanhol) na última semana, em São Paulo, envolvendo a ausência das publicações brasileiras no Google News — divisão do Google dedicada a notícias e que reúne conteúdo de diversos títulos ao redor do mundo.
Na ocasião, representantes de veículos internacionais demonstraram estranhamento sobre o fato, inédito em outros mercados. Para esclarecer as razões que fazem os jornais brasileiros não aceitarem tal parceria com o Google, a entidade divulgou um comunicado com explicações sobre o caso.
A carta ressalta que “ao longo dos últimos anos, a ANJ tem discutido diversos temas relativos à proteção dos conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais. De fato, jornais são responsáveis por cerca de metade dos conteúdos novos, e estes são muitas vezes reproduzidos na internet, sem remuneração e sem a autorização dos produtores desses conteúdos qualificados”.
O documento destaca também as tentativas anteriores de entrar em um consenso sobre um modelo positivo para todas as partes envolvidas e, na falta dele, “muitos jornais e outros sites, a partir de decisões individuais, decidiram excluir seus conteúdos do Google News”. A ANJ afirma, porém, que “permanece, como sempre, interessada em debater com o Google e outras empresas de internet soluções que possam valorizar os conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais.
Leia abaixo, na íntegra, o posicionamento da ANJ sobre a questão:
“Durante a recente Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP na sigla em espanhol), realizada em São Paulo, vários painéis discutiram a questão dos modelos de negócios dos jornais no mundo digital. Um dos pontos mencionados nos debates foi a decisão inédita tomada por jornais brasileiros, em 2011, de não mais autorizar a utilização de seus conteúdos pelo Google News.
A despeito de ser decisão já em curso, alguns veículos internacionais deram relevo ao assunto, por seu ineditismo, razão pela qual decidimos reiterar alguns esclarecimentos:
- Ao longo dos últimos anos a ANJ tem discutido diversos temas relativos à proteção dos conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais. De fato, jornais são responsáveis por cerca de metade dos conteúdos novos, e estes são muitas vezes reproduzidos na internet, sem remuneração e a sem autorização dos produtores desses conteúdos qualificados.
- A ANJ buscou a interlocução com diversas empresas globais de internet, com o intuito de discutir soluções de parceria que possibilitassem a rentabilização do uso dos conteúdos pelas vias digitais.
- Nesta fase, representantes da ANJ e do Google no Brasil tiveram várias reuniões, e o resultado foi o “Projeto 1 linha”, pelo qual as notícias dos jornais apresentadas em buscas feitas pelo Google News teriam apenas 1 linha, ao invés das 4 ou 5 normalmente exibidas . A premissa foi de que as chances de os internautas acessarem diretamente os conteúdos dos sites dos jornais aumentariam com essa medida. O projeto foi divulgado aos associados da ANJ e a outros veículos de mídia pelo Comitê de Estratégias Digitais da ANJ, em conjunto com representantes do Google.
- Infelizmente, o projeto não foi avante em decorrência de um problema técnico: ao contrário do que havia garantido o Google, a redução no número de linhas exibidas afetou radicalmente o ranqueamento dos resultados exibidos nas buscas.
- Em consequência, o Comitê de Estratégias Digitais promoveu discussões sobre a possibilidade de saída dos jornais do Google News, uma vez que tal ferramenta não contribuía de forma significativa nem para a audiência dos sites dos jornais, nem para a rentabilização da audiência. Muitos jornais e outros sites, a partir de decisões individuais, decidiram excluir seus conteúdos do Google News. Sem contar com os conteúdos de maior qualidade e credibilidade no País, os resultados de buscas no Google News são hoje bastante deficientes.
- A ANJ permanece, como sempre, interessada em debater com o Google e outras empresas de internet soluções que possam valorizar os conteúdos de qualidade produzidos pelos jornais.
- A ANJ reúne 154 jornais brasileiros, responsáveis por cerca de 90% da circulação diária no país. A ANJ e seus associados, coincidindo com os princípios enunciados pela “Declaração de Hamburgo” (Documento de 2009 no qual jornais de todo o mundo defenderam a necessidade de que os direitos autorais sejam respeitados também em plataformas digitais), entendem que os conteúdos jornalísticos resultam de investimentos e de atividade profissional especializada e que sua utilização por buscadores e agregadores de notícias deve respeitar integralmente os direitos autorais de quem os produziu.
Brasília, 22 de outubro de 2012
Associação Nacional de Jornais”
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
WebAlliance
A WebAlliance da Realmedia Latin America é uma rede de sites Premium, que possui mais de 600 afiliados e através dela é possível atingir diferentes grupos, focando no target da campanha.
Nossa rede é dividida em 5 macro categorias e mais de 19 subgrupos, assim conseguimos elaborar um projeto personalizado e exclusivo para o cliente, formando uma parceria com os planejamentos de mídia das agências.
Além disso, o nosso time de Otimização garante os melhores resultados para a sua campanha.
Ficou interessado? Envie um email para contato@realmedia.com.br!
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